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Implante sub-cutâneo

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Exemplo Implante sub-cutâneo

 

             Implante sub-cutâneo já foi utilizado com sucesso por mais de 2,5 milhões de mulheres desde seu lançamento mundial em 1998. Desde 2000 está registrado e aprovado no Brasil. Como é um sistema apenas com progestagênio, é adequado para uma grande variedade de mulheres, inclusive adolescentes. As vantagens deste método incluem alta eficácia (quase 100%), independência da aderência da usuária e imediato retorno à fertilidade após a remoção. Causa muito pouca interferência no peso e na libido. A colocação do implante subcutâneo no antebraço é realizada pelo médico, com anestesia local, no consultório e levando alguns segundos.
 
  Indicações:
 
       I.    Mulheres que desejam um método contraceptivo prático e eficaz de longa duração (três anos).
    II.   Mulheres no pós-parto e amamentação. Nestes casos a aceitação do método é muito grande, sendo que as taxas de amenorréia (ficar sem  menstruar) são de, aproximadamente, 75%.
     III.    Mulheres que não toleram o estrogênio e que tem contra-indicação a este hormônio.

 

 Benefícios não contraceptivos de implante sub-cutâneo:

 
      I.   Redução dos sintomas da TPM: pode ser considerado como sendo a primeira opção para quem deseja anticoncepção e apresenta os sintomas físicos da TPM, mas também atua impedindo a labilidade emocional e suas conseqüências.
     II.    Melhora da cefaléia pré-menstrual.
    III.    Melhora da menorragia: cerca de 10% das mulheres férteis apresentam menstruações aumentadas, muitas vezes,               inclusive, levando à anemia. Com o implante sub-cutâneo pelo menos 80% das usuárias tem ausência ou diminuição importante dos sangramentos.
  IV.  Endometriose: sendo um distúrbio ginecológico muito comum, acometendo 10 a 25% das mulheres, pode ser uma alternativa hormonal efetiva para o controle da sintomatologia da doença. Costuma diminuir a intensidade da dor pélvica, cólicas e outros sintomas menstruais. Além disso, pode prevenir a recorrência da lesão endometriótica ovariana; pode ser opção para o tratamento em longo prazo da endometriose e para evitar uma nova cirurgia.